segunda-feira, 21 de março de 2011
Não deixe parar. Pausar.
Isso, apetência,
Querendo sem pausas.
Desejo, aquiescência,
Querendo sem pausas.
Gritando, a ausência ,
Amando-te sem pausas.
Conforma, a abstinência,
Amando-te sem pausas.
Aparece, evidência,
Continua, sem pausas.
Se acaba a coerência,
Continua. Sem pausas.
Esperando. Consequência.
Procurando excelência
Pra nunca, desistência.
Sempre! Sem pausas.
domingo, 13 de março de 2011
O bom
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo.
A cada dia vou dormir lembrando, no instante, quero morrer pensando.
Descanço os olhos se na mente vem tua imagem, suspiro mais, soluço menos.
E a semana inteira é essa coisa de pensa, lembra, se não, imagina, rebobina, passa pra frente, pausa.
Pausa.
És tudo
Tudo que não me deixa em paz.
A cada dia vou dormir lembrando, no instante, quero morrer pensando.
Descanço os olhos se na mente vem tua imagem, suspiro mais, soluço menos.
E a semana inteira é essa coisa de pensa, lembra, se não, imagina, rebobina, passa pra frente, pausa.
Pausa.
És tudo
Tudo que não me deixa em paz.
Na companhia
Com medo de falar, metaforizamos,
Com medo de errar, falamos brincando,
Com medo de cair, não usamos salto no paralelepípedo
Com medo de ousar, nos calamos.
Com medo
medo
medo...
Calamos
Com medo de errar, falamos brincando,
Com medo de cair, não usamos salto no paralelepípedo
Com medo de ousar, nos calamos.
Com medo
medo
medo...
Calamos
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Monólogo das mãos
Para que servem as mãos? As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, xaltar, construir, trabalhar, escrever...
As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário. Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena, foi com as mãos que Jesus amparou Madalena. Com as mãos David agitou a funda que matou Golias. As mãos dos Césares romanos decidia a sorte dos gladiadores vencidos na arena. Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência, os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte!
Foi com as mãos que Judas pos ao pescoço o laço que os outros Judas não encontram.
A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda, o operário construir e o burguês destruir, o bom amparar e o justo punir, o amante acariciar e o ladrão roubar, o honesto trabalhar e o viciado jogar.
Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia! As mãos fazem os salva-vidas e os canhões, os remédios e os venenos, os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva.
Com as mãos tapamos os olhos para não ver, e com elas protegemos a vista para ver melhor.
Os olhos dos cegos são as mãos. As mãos na agulheta do submarino levam o homem para o fundo como os peixes.
No volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros.
O autor do Homo Rebus lembra que a mão foi o primeiro prato para o alimento e o primeiro copo para a bebida, a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem.
Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas.
A mão aberta, acariciando, mostra a bondade, fechada e levantada mostra a força e o poder, empunha a espada a pena e a cruz! Modela os mármores e os bronzes, da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento e da fantasia nas formas eternas da beleza.
Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza, doce e piedosa nos afetos medica as chagas, conforta os aflitos e protege os fracos.
O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor, o melhor pacto de amizade ou um juramento de felicidade.
O noivo para casar-se pede a mão de sua amada. Jesus abençoava com as mãos. As mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes.
Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica, ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.
Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as lágrimas alheias.
E nos dois extremos da vida, quando abrimos os olhos para o mundo e quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem.
Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino.
E no fim da vida, quando os olhos fecham e o coração pára, o corpo gela e os sentidos desaparecem, são as mãos, ainda brancas de cera que continuam na morte as funções da vida.
Oduvaldo Viana (1892-1972)
As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário. Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena, foi com as mãos que Jesus amparou Madalena. Com as mãos David agitou a funda que matou Golias. As mãos dos Césares romanos decidia a sorte dos gladiadores vencidos na arena. Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência, os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte!
Foi com as mãos que Judas pos ao pescoço o laço que os outros Judas não encontram.
A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda, o operário construir e o burguês destruir, o bom amparar e o justo punir, o amante acariciar e o ladrão roubar, o honesto trabalhar e o viciado jogar.
Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba!
Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia! As mãos fazem os salva-vidas e os canhões, os remédios e os venenos, os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva.
Com as mãos tapamos os olhos para não ver, e com elas protegemos a vista para ver melhor.
Os olhos dos cegos são as mãos. As mãos na agulheta do submarino levam o homem para o fundo como os peixes.
No volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros.
O autor do Homo Rebus lembra que a mão foi o primeiro prato para o alimento e o primeiro copo para a bebida, a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem.
Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas.
A mão aberta, acariciando, mostra a bondade, fechada e levantada mostra a força e o poder, empunha a espada a pena e a cruz! Modela os mármores e os bronzes, da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento e da fantasia nas formas eternas da beleza.
Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza, doce e piedosa nos afetos medica as chagas, conforta os aflitos e protege os fracos.
O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor, o melhor pacto de amizade ou um juramento de felicidade.
O noivo para casar-se pede a mão de sua amada. Jesus abençoava com as mãos. As mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes.
Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica, ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.
Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as lágrimas alheias.
E nos dois extremos da vida, quando abrimos os olhos para o mundo e quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem.
Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino.
E no fim da vida, quando os olhos fecham e o coração pára, o corpo gela e os sentidos desaparecem, são as mãos, ainda brancas de cera que continuam na morte as funções da vida.
Oduvaldo Viana (1892-1972)
Dia branco.
Aqui estamos nós, parados no mesmo lugar, sem perceber, que o tempo voa
como um pássaro a voar, como um pássaro a cantar, e sussurrar só pra nós, que é hoje
que a terra completa uma translação inteira em torno do sol.
E que parece ontem, o dia que sentamos na grama e abri o diário rosa,
e que parece anti-ontem, que estava no banco alto de cerveja olhando pra escada rolante,
e que parece semana passada, que te vi tropeçar olhando pra trás
e um dia antes, avistei de cima, alguém que achei que seria nada, só alguém que vi.
Vários momentos e registros, também.
Apelidos, brincadeiras e bobeiras.
São boas as lembranças, os choros velas e fitas amarelas.
Desde um Aham ao telefone, até as mãos pequenas.
Um desenho, uma carta.
Um dia inteiro discutindo o que comer,
Ou um dia inteiro que passou como um segundo
Num quarto azul com brigadeiro.
Definitivamente não foi uma chuva de azul, rosa e sabe-se lá o que!
Foi um dia branco. Porque o branco é a junção de todas as mais perfeitas cores existentes.
E hoje tento trazer meu amor em meio a um gesto bobo, mas que se lembre, e lembre
de verdade, todos os dias que olhar o céu e as estrelas, vai saber, do que um dia falamos.
Vide: http://letras.terra.com.br/geraldo-azevedo/46156/
como um pássaro a voar, como um pássaro a cantar, e sussurrar só pra nós, que é hoje
que a terra completa uma translação inteira em torno do sol.
E que parece ontem, o dia que sentamos na grama e abri o diário rosa,
e que parece anti-ontem, que estava no banco alto de cerveja olhando pra escada rolante,
e que parece semana passada, que te vi tropeçar olhando pra trás
e um dia antes, avistei de cima, alguém que achei que seria nada, só alguém que vi.
Vários momentos e registros, também.
Apelidos, brincadeiras e bobeiras.
São boas as lembranças, os choros velas e fitas amarelas.
Desde um Aham ao telefone, até as mãos pequenas.
Um desenho, uma carta.
Um dia inteiro discutindo o que comer,
Ou um dia inteiro que passou como um segundo
Num quarto azul com brigadeiro.
Definitivamente não foi uma chuva de azul, rosa e sabe-se lá o que!
Foi um dia branco. Porque o branco é a junção de todas as mais perfeitas cores existentes.
E hoje tento trazer meu amor em meio a um gesto bobo, mas que se lembre, e lembre
de verdade, todos os dias que olhar o céu e as estrelas, vai saber, do que um dia falamos.
Vide: http://letras.terra.com.br/geraldo-azevedo/46156/
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O passar do tempo.
É intrigante como as coisas mudam...
A primeira música mandada, o primeiro texto dedicado,
Sempre surpreende mais.
O primeiro beijo, o primeiro presente,
Sempre alegra mais.
Primeira noite, primeiro filme,
Sempre arrepia mais.
A primeira lágrima, a primeira briga, primeira dor,
Sempre dói mais.
O primeiro perdão, o segundo, o terceiro...
E eis que vira uma monotonia,
Sempre, seja o que for,
Nem uma crise, nem um beijo...
Tudo que no começo era tão intenso,
Hoje, já não é mais.
E eu? Queria eu estar errada.
A primeira música mandada, o primeiro texto dedicado,
Sempre surpreende mais.
O primeiro beijo, o primeiro presente,
Sempre alegra mais.
Primeira noite, primeiro filme,
Sempre arrepia mais.
A primeira lágrima, a primeira briga, primeira dor,
Sempre dói mais.
O primeiro perdão, o segundo, o terceiro...
E eis que vira uma monotonia,
Sempre, seja o que for,
Nem uma crise, nem um beijo...
Tudo que no começo era tão intenso,
Hoje, já não é mais.
E eu? Queria eu estar errada.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
E si
Tudo se resume na teoria do si.
e si não fosse assim
e si fosse como queremos.
Mais não é bem assim que as coisas funcionam
E nunca será;
Temos que considerar as coisas como são...
Não como poderia ser
Tudo é mais difícil, tudo é tão complexo, mais flui.
e si não fosse assim
e si fosse como queremos.
Mais não é bem assim que as coisas funcionam
E nunca será;
Temos que considerar as coisas como são...
Não como poderia ser
Tudo é mais difícil, tudo é tão complexo, mais flui.
terça-feira, 19 de maio de 2009
hoje
quarta-feira, 13 de maio de 2009
utópico
o presente
Então eu entendi o que era melhor pra mim,
mas tanto confiei que hoje me toquei
Mais preciso de tudo isso pra ser feliz
Me dá a mão e diz que não vai me deixar
atravessar tudo só!
mas tanto confiei que hoje me toquei
Mais preciso de tudo isso pra ser feliz
Me dá a mão e diz que não vai me deixar
atravessar tudo só!
terça-feira, 12 de maio de 2009
Vem

Me chega assim como um temporal
Como uma chama que se acende de repente
Se chega e se aconchega em um lugar inadequado
Atrapalha e desgasta o tudo
Tudo contudo se resolve
E me vem e diz que é só
Um só que não é tão só
E que junto com mais sois se faz um conjunto
indecifravel
incomparável
incontinuavel rotina que faz desrotinar o tudo
o tudo que havia se resolvido se atrapalha
só você ♪
Te largo a mão
Me ponho a boba
Mas abro os olhos
Abro o coração...
E vejo que realmente você
É o refrão da minha canção!
Me ponho a boba
Mas abro os olhos
Abro o coração...
E vejo que realmente você
É o refrão da minha canção!
terça-feira, 24 de março de 2009
Basta uma dose

Nos encontramos neste mundo real ... Mas perdidos num instante em qualquer substância, ou circunstancia Nos encontramos em um mundo diferente
Eloquente e inconsciente
Vivemos nele, aquela realidade em que queremos estar! Distante de coisas medíocres da realidade Que passa a ser irreal nesse instante...
Incondicionalmente delinquentes
Passamos pelo que queremos passar, vivemos o que poderíamos viver
Anormalmente anestesiados. Forçamos os olhos e vemos a realidade,
podre e pobre em que vivemos
Resumindo
Todo amor que existe nessa vida
dedico
Eu senti uma coisa tão forte no meu interior
Seja lá o que for não deve ser em vão
A cada minuto que se passa
A vontade de te ter me abraça
Me joga contra tudo que já construi
Me diz
Tudo o que quero ouvir não lhe custa
Prometo não mais te pedir, eu sei dentro de ti
Existe alguém que se importa comigo e quer me ver sorrir!
Mais uma vez aqui estamos
Evitando
Tudo isso que um dia pode ser eterno
São obstáculos que temos que vencer
O que tenho que dizer não sairia da minha boca
E nem seus ouvidos suportariam ouvir
dedico
Eu senti uma coisa tão forte no meu interior
Seja lá o que for não deve ser em vão
A cada minuto que se passa
A vontade de te ter me abraça
Me joga contra tudo que já construi
Me diz
Tudo o que quero ouvir não lhe custa
Prometo não mais te pedir, eu sei dentro de ti
Existe alguém que se importa comigo e quer me ver sorrir!
Mais uma vez aqui estamos
Evitando
Tudo isso que um dia pode ser eterno
São obstáculos que temos que vencer
O que tenho que dizer não sairia da minha boca
E nem seus ouvidos suportariam ouvir
quinta-feira, 19 de março de 2009
The big mistake
I think about you all the time .. is a mistake?
with or without you ...is you who make me well
my mind is confuse. I try to see you
and try to take you with me
and more than that ... and the feelings I have for you, matched
Want to know more?
I really hope that the time do what must be done
I am sure that if we do what needs to be done, not disappointed
Howsoever ... I want you to know that you have taken control of my mind quickly
and who knows of my heart! ♥
with or without you ...is you who make me well
my mind is confuse. I try to see you
and try to take you with me
and more than that ... and the feelings I have for you, matched
Want to know more?
I really hope that the time do what must be done
I am sure that if we do what needs to be done, not disappointed
Howsoever ... I want you to know that you have taken control of my mind quickly
and who knows of my heart! ♥
Detalhes
Sei que são coisas da vida... Passageiras ou não
Que deixam marcas que ficaram para sempre em sua memória!
Que deixaram um pé meu meio atrás e a consciência meio enciumada
Quem sabe com o tempo... Com nós...
Tudo isso passe a amenizar-se ou ainda melhor, suma
E assim tudo fique bem!
Que deixam marcas que ficaram para sempre em sua memória!
Que deixaram um pé meu meio atrás e a consciência meio enciumada
Quem sabe com o tempo... Com nós...
Tudo isso passe a amenizar-se ou ainda melhor, suma
E assim tudo fique bem!
instantes
Daqui a pouco não nos lembraremos do que fizemos.
Daqui a pouco estaremos nos culpando por não lembrarmos
Daqui a pouco recordaremos do que não queremos recordar e nós culparemos
Daqui a pouco esqueceremos tudo isso e viveremos o presente
Aí então lembraremos de tudo que queremos nos lembrar !
Daqui a pouco estaremos nos culpando por não lembrarmos
Daqui a pouco recordaremos do que não queremos recordar e nós culparemos
Daqui a pouco esqueceremos tudo isso e viveremos o presente
Aí então lembraremos de tudo que queremos nos lembrar !
um livro
Tudo que vimos, ouvimos e sentimos
São apenas meras coisas da vida. Coisas tolas..
Tão tolas que podem te levar a loucura a fúria ou ao amor
Sentimentos ruins e bons ao mesmo tempo
Nisso tudo, todos caímos
Sem exeções de raça e cor
Isso tudo se encaixa em um livro
Livro esse que é feito sem que você queira
Que relata suas dores amores paixões e ambições
Livro este que pode ser um dia sem mais nem menos
Ser queimado, queimado em um piscar de olhos
Faça com que cada segundo da sua vida valha a pena
E que esse livro aos poucos seja montado.
São apenas meras coisas da vida. Coisas tolas..
Tão tolas que podem te levar a loucura a fúria ou ao amor
Sentimentos ruins e bons ao mesmo tempo
Nisso tudo, todos caímos
Sem exeções de raça e cor
Isso tudo se encaixa em um livro
Livro esse que é feito sem que você queira
Que relata suas dores amores paixões e ambições
Livro este que pode ser um dia sem mais nem menos
Ser queimado, queimado em um piscar de olhos
Faça com que cada segundo da sua vida valha a pena
E que esse livro aos poucos seja montado.
Rotina
Todos os dias me pergunto a mesma coisa
Todos os dias vivo as mesmas situações
Será que eu nunca terei descanso?
Que a vida não vai me mostrar um
belo e bonito caminho onde possa achar um refúgio?
Alguém, alguma coisa, que valorize a vida ...
Que faça com que toda essa rotina passe
Que o desespero e todos os problemas sumam.
Suma assim como todas as palavras que acabei de escrever
E que apareça belos sorrisos e sentimentos
Que nenhuma palavra possa descrever.
Todos os dias vivo as mesmas situações
Será que eu nunca terei descanso?
Que a vida não vai me mostrar um
belo e bonito caminho onde possa achar um refúgio?
Alguém, alguma coisa, que valorize a vida ...
Que faça com que toda essa rotina passe
Que o desespero e todos os problemas sumam.
Suma assim como todas as palavras que acabei de escrever
E que apareça belos sorrisos e sentimentos
Que nenhuma palavra possa descrever.
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